Experiência de Compra, Inspirações, Sem classificação, Vestido de Noiva

Diário do vestido: fazendo uma roupa sob medida (Post 1)

Há algumas semanas que eu venho postando no instagram (principalmente no Stories) uma série de vídeos com a Bia Riedel, do Atelier Bia Riedel, falando sobre vestido sob medida e sobre tendências (Inclusive, em breve teremos vídeos com ela falando sobre esses assuntos e muito mais no nosso YouTube, não percam!), mas o que ninguém sabe é: da onde veio isso?

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Foi com esse mimo fofo que ficamos sabendo que seríamos madrinhas de uma de nossas melhores amigas, lindo né?

Hoje eu vim contar para vocês como essa história (e essa parceria) começou! Nesse maravilhoso ano de 2018 três grandes amigas minhas vão se casar! Uma delas, que se casa em Agosto, me chamou para ser madrinha, imaginam a emoção, né? Estou falando de uma das minhas amigas mais antigas e mais parceiras, com a alegria de ajudar nos detalhes do casamento. As outras duas noivas são também muito especiais, todas no hall das amigas mais queridas da vida, ou seja, muita responsabilidade envolvida! Na hora pensei em como seria legal documentar a minha procura e preparação para esses momentos, sendo convidada e madrinha dos casamentos.

Por onde começar?

Eu comecei acho que pelo mais óbvio, fui ver lojas que eu gosto e que costumam ter roupas de festa. Para ser bem sincera, eu não sou muito parâmetro porque tenho um estilo bem simples, descolado e muito prático e quando penso em roupa de festa não penso em um vestido super glamouroso, mas sim em peças estilosas que possam ser usadas depois em outras ocasiões e que possam ornar com o que eu tenho no meu guarda roupa. Então eu fui até as lojas que eu frequento (ou frequentava, porque tem muito tempo que não compro roupa) para o dia-a-dia. O resultado foi um total de 0 roupas apropriadas encontradas.

Nesse momento eu parei e pensei: mas como eu vou fazer com os três casamentos? Eles são diferentes, as noivas são diferentes e as épocas e locais são diferentes, então comecei a analisar cada evento para não fazer a compra errada.

Analisando os eventos

Casamento #1
Data: Maio
Clima: Quente (mais ameno)
Local: Rio de Janeiro.
Cerimônia ao ar livre e Recepção com espaço coberto
Estilo do casal: Um clássico descolado

Casamento #2
Data: Agosto
Clima: Frio (talvez bem frio)
Local: Teresópolis
Cerimônia ao ar livre (grama) e Recepção com espaço coberto
Estilo do casal: Super descolado, boho, good vibes, zero clássico

Casamento #3
Data: Setembro
Clima: Frio (mais para ameno)
Local: Itaipava
Cerimônia ao ar livre e Recepção com espaço coberto
Estilo do casal: Clássico
A partir daí estabeleci para mim mesma a meta de usar o mesmo vestido nos eventos #1 e #3, para os quais eu seria convidada e outro vestido para o evento 2 no qual eu serei madrinha. Isso porque a vida não está fácil para ninguém e assim eu evito de comprar um vestido que eu não vou usar e guardar por séculos no armário.

Com isso em mente voltei às pesquisas, vi alguns modelos que eu gostei, abri meu armário e fuxiquei até encontrar modelos que pudessem ser aproveitados. E aí percebi que nenhuma das minhas opções era exatamente o que eu queria. Os vestidos variavam de 400 a 1.300 reais (modelos diferentes em lojas diferentes com acabamentos e tecidos diferentes – depois coloco aqui uma relação de lojas para procurar vestido de madrinha!) e eu decidi ir atrás de um vestido sob medida.

Como conheci o Atelier Bia Riedel

Conheci a marca da Bia em um evento da Inesquecível Casamento no ano passado, ela estava expondo alguns modelos junto com a casa Assuf e a Mel Bessa em um estande, logo depois teve um desfile com os modelos dela naquele dia – lembrei dela da época do colégio, porque estudamos na mesma escola em séries diferentes e adicionei o perfil dela no instagram quando nem tinha começado o perfil do blog ainda.

Depois disso ela produziu um evento no atelier para falar de roupas de festa e estilo e eu fui. Adorei o evento, adorei a Bia, adorei o atelier e a decisão de fazer um vestido sob medida estava ficando cada vez mais atraente. Quando entrei em contato com ela para entender melhor como funcionava percebi que eu não tinha nem ideia de por onde começar a fazer uma roupa sob medida (minha última experiência foi um pouco ruim e não teve uma estilista envolvida, fui só eu e a costureira, por isso foi um pouco mais difícil do que deveria e o resultado não ficou tão legal, mas eu conto mais detalhes no vídeo do YT!). Foi quando, no próprio evento, uma amiga da Bia, ouvindo meu relato sobre a experiência anterior, sugeriu que a gente se juntasse para fazer esse material em vídeo! Amamos a ideia e já começamos a trabalhar nela na semana seguinte.

Enquanto eu decidia sobre o meu vestido ia também fazendo conteúdo para vocês. Foi ótimo e o processo é super leve e divertido, dá vontade de fazer todas as roupas do armário sob medida! Mas e aí, Carol.. como foi o processo em si?

E começamos o diário do vestido
Parte 01 – a primeira reunião, referências, o modelo e o orçamento

Como eu não sabia nem por onde começar a Bia me explicou que costuma fazer uma primeira reunião presencial para entender mais sobre você, sobre o evento, sobre a sua expectativa e o seu estilo. Além disso, se você quiser levar algumas referências, ótimo. A Bia deu uma olhada em todas as que eu levei (e uma não tinha nada a ver com a outra) e conversou comigo sobre o que eu gostava no meu corpo, o que eu não curto tanto, o que eu sei que fica bem em mim e o que eu não uso de jeito nenhum. Ela deu algumas sugestões, mas me deixou bem a vontade para falar tudo que eu esperava do vestido. Falamos em cores, tecidos, formatos, comprimentos, foi uma reunião muito leve e divertida, com direito a café e boas risadas.

Aqui embaixo fiz um compilado das referências que eu levei para ela!

Minhas referências

Eu não poderia ser mais indecisa né? Rs.

Com tudo isso na cabeça a Bia disse que me mandaria um croqui com o modelo em breve e a partir dele iríamos mudar o que eu quisesse, começar a escolha de cores e tecidos ou começar do zero novamente caso eu não gostasse do que eu ela me mostrou. Como vocês vão perceber com o tempo eu sou bem facinha, amei o modelo que ela me mandou logo de cara e amei as cores que ela colocou nos desenhos de cara também, ou seja, estávamos prontas para o orçamento e depois a procura pelos tecidos.

Croquis por Bia Riedel

Os croquis com o modelo proposto pela Bia! Eu adorei e vocês?

O orçamento ela me mandou logo depois, com o valor dela separado do valor dos tecidos, ficou um valor alto por ser uma peça sob medida, mas dentro daquela variação de valores das roupas compradas nas lojas, pesando nisso, no quanto eu já tinha amado começar aquele processo de fazer a roupa especialmente para mim e em como eu já tinha amado o modelo, decidi fechar.

Parte 02 – a busca pelos tecidos

Com nosso modelo escolhido, os detalhes já desenhados, fomos em busca dos tecidos. Até aí o processo demorou 3 semanas, na primeira entrei em contato com a Bia e conheci ela no evento, na segunda marcamos a reunião, alguns dias depois ela me enviou o croqui e o orçamento e na terceira semana estávamos marcando a visita às lojas para escolha dos tecidos – ufa! Super rápido, né? Como a ideia era usar o vestido no primeiro casamento e no último, a data estava chegando e o processo tinha mesmo que ser rápido.

Na Casa Assuf

Nossa ida à Casa Assuf – as cores finalistas foram vermelha e lavanda

Fomos primeiro na Casa Assuf, mas lá não tinha nenhum tom próximo do azul do desenho que eu tanto tinha gostado. O amarelo, que eu amei no desenho, não ficou tão bom em mim na hora de “provar” o tecido. Então abrimos nossas opções e incluímos cores como vermelho, mostarda, laranja, azul mais claro (mais para o lavanda). O tecido que a Bia escolheu foi o georgette, ou variações dele, para ficar com o caimento planejado no desenho. Nessa visita acabei não amando nenhuma das cores, fiz até uma enquete no insta do blog, mas não me convenceu.

Marcamos e fomos no dia seguinte ao Pólo Têxtil, em uma loja que a Bia conhecia, e lá experimentamos outros tantos tecidos de outras várias cores, desde o rosa até o lavanda. No final quando eu já estava conformada que meu vestido teria que ser em uma outra cor que não aquela que eu adorei, a Bia encontrou em um outro canto da loja um tecido próximo do que a gente queria, mais opaco, com uma cor bem parecida com a do desenho! Amei na hora e comprei na hora e o melhor? O orçamento ainda baixou um pouco, porque o tecido era mais barato do que a gente esperava!

O vestido vai ser azul!

A cor que encontramos no Polo Têxtil estava mais parecida com a do croqui, então decidi ficar com ela!

Agora estamos em fase de provas! No próximo post conto pra vocês como foram!

Quer conhecer mais sobre o trabalho da Bia e mais sobre o Atelier? Dá uma olhada no instagram da marca e no site! Divirtam-se 😉

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